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Quarta-feira, 18 DE Dezembro DE 2013

Carta de Amor a Viseu, por Jorge Marques

Minha querida Cidade de Viseu

 

Claro que foste o meu primeiro amor, eras como se eu vivesse numa ilha e tu fosses a única, espaço e tempo por igual. Mas em vez de te amar apenas, quis o destino que me apaixonasse por ti, aquela paixão que quase mata, aquela paixão cega que também quer transformar o outro para ser igual a nós e que num dia de zanga, num grito de revolta adolescente, acaba por nos libertar definitivamente…é verdade, um dia disseste-me que gostavas de ser como eras, que o nosso amor já não cabia naquela terra, que eu precisava ir para longe antes que te viesse a culpar ou odiar para sempre. Foi assim que nos separámos, eu queria-te diferente, tu querias-me diferente e tu ficaste e eu segui o meu caminho.

Mas minha querida cidade, foi com as tuas mulheres que eu aprendi quase tudo, tudo o que nunca mais esqueci, aquilo que de mais importante alimenta a nossa vida e nos faz crescer e ser gente.

 

                

 

 

Nasci nas mãos de uma parteira, aprendi a andar com a minha avó no jardim Thomaz Ribeiro, aprendi a falar na Cava do Viriato à trela da minha mãe, aprendi as primeiras letras com vistas para o Rio Pavia com uma professora, nessa escola, onde com 0it0 anos, tive também o meu primeiro amor. Mas o primeiro beijo à séria foi dado no Parque, tão à séria, que acabou interrompido pelo guarda do parque com a ameaça de chamar a polícia.

Aprendi quase tudo o que não esqueci com as mulheres da minha cidade, aprendi o português, o francês e o inglês, a geografia e a história, as ciências da natureza e sem ser da natureza. Nunca aprendi matemática porque o professor era um homem.

Aprendi o uso dos sentidos nas ruas da minha cidade, aprendi a ver e a olhar-te, aprendi o teu cheiro, um aroma de rosas e mimosas, aprendi o teu sabor nas tascas, adegas e quintas dos amigos, aprendi os teus sons e os teus silêncios, aprendi a tocar e a tocar-te, suaves gestos de um quase escultor das palavras.

Aprendi tudo, quase tudo, a amar, a chorar, a sofrer, a ter ciúmes, a desesperar, a rezar, a cantar…tudo minha querida, quase tudo aprendi com as tuas mulheres e em ti minha cidade.

Aprendi os caminhos andando pelas tuas ruas, nesse tempo ainda não havia rotundas e o Fernando Ruas era da minha idade e altura, nas ruas direitas e tortas, nas modernas ou mais antigas, nalgumas que até já mudaram de nome, uma delas tinha até a data do meu aniversário e eu achava que por isso era a minha rua…adorava as tuas esquinas, as encruzilhadas, o ver passar as meninas que vinham e dançavam como flores nas quatro direcções, tão formosas como o nome da rua.

Aprendi nos teus cafés que me faziam antever o meu amor pelos cafés de Paris…eu amava as tuas pedras, o teu granito, aquela energia que desprendias e que nos dava toda a força do mundo.

Eu amava os frios do teu inverno, naquele tempo nevava quase todos os anos…cidade branca de escolas fechadas, mas amava também o cheiro da primavera e as cores do outono…e do verão, os mergulhos nos rios Dão e Vouga, distantes na altura e agora tão perto, naquele tempo não havia piscina, fazia mal à pele, dizia o médico do nosso liceu que era amigo do Salazar, o Dr. Crespo. Foi num desses banhos de verão, que perdi a virgindade, culpa de umas francesas que estavam de passagem, eu sei, foi uma traição, deveria ter sido com uma das tuas mulheres.

Sabes porque te estou a contar tudo isto minha querida cidade, porque muito recentemente, num dia de missa de sétimo dia da minha mãe, eu andei sozinho a visitar-te, por todos os lugares das minhas memórias, nas tuas ruas, praças e monumentos…até que parei na Sé e entrei…e voltei a rezar, depois olhei o Museu Grão Vasco e lembrei-me dele, desse pintor…vocês sabem que ele secretamente pertencia a uma escola maior, chamavam-se os Fiéis do Amor, de que faziam parte Dante, Petrarca e Camões. E diziam eles que os que são pelo Amor são contra Roma…e lembrei-me deles, desses fiéis do amor, desses trovadores e de um não amor a Roma que também deu força a Viriato, o nosso Viriato da Cava.

E com Viriato, Grão Vasco…e tantos outros, de reis a senhores ou homens das galés, percebi porque éramos diferentes, porque as outras pessoas dos outros lugares nos achavam diferentes e não só pelo sotaque! Era porque tínhamos respirado desde a nascença um ar puro e frio, porque cultivávamos desde cedo uma amizade pura e livre, porque nascendo no alto víamos mais longe e da montanha nos cheirava a mar…e muitos partiram atrás desse cheiro que subia o Mondego e o Vouga…há hoje gente de Viriato por todo o Mundo, tenho-os encontrado…uns regressaram, regressarão, outros não…diferentes porque fomos tocados pela força da pedra do Viriato e com a sua espada armados cavaleiros, diferentes pela fidelidade ao amor do nosso Grão Vasco…

De repente, minha querida cidade, percebi que te amava, que nunca deixei de te amar, que foste o meu primeiro amor e provavelmente o último. E tu sabias isso desde o princípio, sabias quando me mandaste embora para os braços das outras cidades por onde andei, amei, vivi…tantas e tão longe essas cidades, tantas e tão violentas paixões. Tu sabias que para te amar eu tinha primeiro de ser livre, é na liberdade de te amar ou não que me prendes.   

Foi como uma peregrinação não preparada, simplesmente aconteceu, era um domingo de manhã, um domingo de outono deste Novembro cheio de sol. Parei tanta vez, para olhar pela primeira vez a fachada de algumas casas mais antigas, tu estavas linda minha querida, tinhas até ganho o prémio de ser a melhor cidade para viver, vinhas nos jornais e as televisões mostravam-te. Senti-te mais vaidosa, fazia-te falta essa vaidade, esse atrevimento, essa forma simples de seduzir quem te olha.

Minha querida cidade, sabes agora que te amo, mas ainda não é tempo de vivermos juntos, vamos ficar por mais algum tempo e quem sabe para sempre em casas separadas, o que não quer dizer separados, nunca mais isso vai acontecer, nem estarei tanto tempo sem te visitar.

Sabes, o amor nesta idade já se curou do ciúme…e eu até fico feliz por te sentir tão amada e por tanta gente…

Minha querida cidade, podia falar de tudo, mas estas não são ainda as minhas memórias, apenas uma simples carta de amor…

 

Recebe este abraço, este beijo e esta declaração de amor…e diz ao Eduardo que a leve e a plante num qualquer jardim…é…temos que inventar por lá O Jardim da Saudade…onde se possam um dia fazer serenatas e cantar as trovas doutro tempo…Grão Vasco foi Trovador…Augusto Hilário e os Tubarões também…e nós todos, mesmo em silêncio, cantamos o amor à nossa cidade…se for preciso invente-se uma letra para essa trova…para este país com falta de uma trova…e de um Viriato.

Com todo o amor deste teu cidadão e amante…anónimo

 

No Zambeze, ao dia 20 de Novembro de 2013

 

Fotos: Arquivo da Foto Germano

 

 

publicado por porViseu às 19:07
Sábado, 04 DE Maio DE 2013

SARAU da MOCIDADE PORTUGUESA, 1964 (II)

Viseu, 30 de Novembro de 1964.

A propósito do último post recebemos algumas informações curiosas e até fotos que publicamos por darem um retrato ainda mais real dos Saraus da Mocidade Portuguesa e também por podermos recordar alguns dos colegas participantes.

 

 
Na foto podemos ver em primeiro plano e a apresentar o Sarau o Jorge Gonçalves que após o Liceu tirou o curso de Engenharia, enveredou por uma carreira no sector bancário ligada à construção atingindo o topo na Administração de duas entidades bancárias. Por trás o Coro de Canto Coral do Liceu. Na última fila poderemos ver o Cristiano Kruss Gomes de capa e batina com laço, de saudosa memória, e ao seu lado esquerdo o nosso colega Neto, de quem não temos notícias.
 
 
Nesta 2ª foto vemos o grupo de Jograis dos Finalistas de 1964/65 onde poderemos ver de novo o Jorge Gonçalves (centro) e o Raul Junqueiro (o 3º a contar da direita) que após o seu curso de Direito em Coimbra fez uma brilhante carreira nas Telecomunicações Portuguesas que muito dinamizou, além das nossas bonitas colegas cujos nomes não divulgamos por não estarmos autorizados.
 
 Representação da peça " 11 de Infantaria na Batalha do Bussaco ".
 

Este Sarau foi deveras importante pois, como comentou anteriormente o JOAQUIM ALEXANDRE RODRIGUES, além de ter sido uma das primeiras manifestações do R&R em Viseu mostrou alguns rostos que vieram mais tarde a prestigiar a nossa cidade.

 
publicado por porViseu às 17:59
Quinta-feira, 14 DE Junho DE 2012

Viseenses Ilustres - Nuno Teixeira

 

Tal como mencionado no 2º Encontro Viseu em Lisboa no passado dia 6, a 10 de Maio passado comemorou-se o 30º Aniversário da estreia da primeira telenovela portuguesa VILA FAIA realizada pelo nosso ilustre conterrâneo Nuno Teixeira.
Nuno Teixeira é descendente de uma numerosa família tradicional de Silgueiros, filho de Gil Dias Teixeira e de Maria Elisa da Silva Dias de Évora.

O Nuno Teixeira e os seus 6 irmãos passaram a sua juventude em Viseu onde iniciaram os seus estudos os quais o Nuno continuou na cidade do Porto tendo depois seguido uma carreira profissional em televisão na RTP, empresa que serviu durante toda a sua longa carreira, primeiro no Porto e depois em Lisboa.

Como Realizador o nome de NUNO TEIXEIRA está ligado aos maiores sucessos da RTP.

Em 1982 foi o realizador de Vila Faia alcançando grandes audiências com os seus 100 episódios, numa época em que rivalizava com os maiores sucessos mundiais das experientes telenovelas vindas do Brasil.

Em 1985 realizou "Chuva na Areia" telenovela baseada num inédito de Luis Sttau Monteiro com 84 episódios.

No género Comédia foi o realizador de vários programas de grande sucesso como o Sabadabadu (1981), O Tal Canal (1983), Humor de Perdição (1987), Lá em Casa Tudo Bem (1988), Eu Show Nico (1988), Casino Royal (1989) e Os Bonecos da Bola (1993).

Foi ainda o realizador de 7 Festivais da Canção entre 1980-1995 e de vários programas musicais como Olha que dois e Frou-Frou, entre outros.

Realizador multi-facetado fez a adaptação para tv do grande sucesso de Eunice Munoz "A Mãe Coragem", foi o Realizador de programas de poesia do Mário Viegas como "Palavras Ditas" e "Palavras Vivas", de várias Óperas do Teatro Nacional de S.Carlos bem como de alguns importantes jogos de futebol.

Ainda na RTP assumiu a Direcção de Produção, foi seu representante em vários encontros e organismos internacionais de televisão e áudio-visual e Administrador de algumas das empresas participadas ligadas à actividade de Produção e Realiização.

Casado e pai de dois filhos, o mais velho dos quais lhe seguiu as peugadas tendo participado na realização da 2ª edição de Vila Faia em 2008, o Nuno Teixeira divide os seus tempos entre Lisboa e a Zona Oeste/Lourinhã onde construiu o seu cantinho, goza os netos e recebe os amigos.

Nunca se esquece de Viseu e sempre que as saudades apertam vai à terra revisitar os amigos, respirar o ar puro e apreciar a cozinha.

 

Nuno Teixeira foi agraciado a 10 de Junho de 1995 como " Grande Oficial da Ordem do Mérito".

 


Com a devida vénia de porViseu.

Colaboração de F.Matos.

publicado por porViseu às 22:08
Domingo, 12 DE Fevereiro DE 2006

A Loja do Sr. CLAUDINO

SRCLAUDINO32.JPGA Loja do Sr. Claudino ficava nas Escadinhas da Sé e "ainda" é uma Latoaria (imagem).O Sr. Claudino Cristóvão era um verdadeiro Artista na sua Arte. Concebia e produzia todos os artigos em "lata": regadores, amotolias de azeite, braseiras, botijas de água quente, cantaros, jarros, lanternas de azeite, funis, copos aferidos, e muitos mais ...O Sr. Claudino foi um Viseense típico e exemplar: Altruísta, Bombeiro Voluntário sempre pronto a ajudar os outros, membro do Orfeão de Viseu e um fervoroso adepto do "seu" Académido de Viseu.Bonacheirão e simpático estava sempre disponível para atender os seus Clientes e ouvir as respectivas necessidades procurando criar novas peças que viessem a servir os desejos dos que o procuravam.Esta é uma pequena homenagem ao Sr. Claudino, que já nos deixou, mas que recordamos com muita estima.Bem Haja Sr. Claudino !

fontes O.A.

publicado por porViseu às 16:02
Quarta-feira, 01 DE Fevereiro DE 2006

Viseenses Ilustres - EMÍDIO NAVARRO

ENAVARRO01.jpg n.a 19/4/1844 f.a 16/8/1905
Nasceu em Viseu na Rua do Arco, filho de André Navarro, natural de Alicante, Espanha, e de D. Carlota Joaquina do Carmo Machado, natural de Guimarães. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra em 1869.Foi um distinto Jornalista, Político e Ministro das Obras Públicas entre Fev. de 1886 até Fev.de 1889. Como Ministro desenvolveu uma actividade notável que deixou marcas em vários domínios. Foi ele quem concebeu o chamado Novelo das Linhas Férreas Portuguesas, o traçado inicial dos Caminhos de Ferro Portugueses, a construção do Porto de Lisboa, a criação das Escolas Agrícolas, Comerciais e Industriais, e ainda a construção e estudo das estradas portuguesas. Rodeou-se dos melhores técnicos europeus da época para o desenvolvimento dos projectos que lançou. Portugal de importador de quase todos os lacticínios passou a produzir os seus com grande qualidade graças às Escolas Agrícolas por onde passaram Técnicos Suíços como o Sr. Salisse que esteve na escola de Viseu. A Escola Agrícola de Viseu foi instalada no Palácio dos Fidalgos do ARCO - CASA do ARCO, (séc.XVII), mais tarde transformada na Escola Comercial e Industrial de Viseu, e hoje é a Escola Secundária de Emídio Navarro.

ENavarro3.jpg Viseu, Av. Emídio Navarro em 1940, Foto Germano Avenidateatro10.jpg

 

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<a href="http://fotogaleriaporviseu.blogs.sapo.pt/arquivo/ENAVARRO01.jpg"><img alt="ENAVARRO01.jpg" src="http://fotogaleriaporviseu.blogs.sapo.pt/arquivo/ENAVARRO01-thumb.jpg" width="220" height="360" bordercolor="black" border="1" /></a><font size="1"> n.a 19/4/1844 f.a 16/8/1905</font><br><font size="2">Nasceu em Viseu na Rua do Arco, filho de André Navarro, natural de Alicante, Espanha, e de D. Carlota Joaquina do Carmo Machado, natural de Guimarães. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra em 1869.Foi um distinto Jornalista, Político e Ministro das Obras Públicas entre Fev. de 1886 até Fev.de 1889. Como Ministro desenvolveu uma actividade notável que deixou marcas em vários domínios. Foi ele quem concebeu o chamado Novelo das Linhas Férreas Portuguesas, o traçado inicial dos Caminhos de Ferro Portugueses, a construção do Porto de Lisboa, a criação das Escolas Agrícolas, Comerciais e Industriais, e ainda a construção e estudo das estradas portuguesas. Rodeou-se dos melhores técnicos europeus da época para o desenvolvimento dos projectos que lançou. Portugal de importador de quase todos os lacticínios passou a produzir os seus com grande qualidade graças às Escolas Agrícolas por onde passaram Técnicos Suíços como o Sr. Salisse que esteve na escola de Viseu. A Escola Agrícola de Viseu foi instalada no Palácio dos Fidalgos do ARCO - CASA do ARCO, (séc.XVII), mais tarde transformada na <A href="http://www.esenviseu.net/Principal/Documentos/download/4/67.pdf" target=_blank>Escola Comercial e Industrial de Viseu</A>, e hoje é a <A href="http://www.esenviseu.net/" target=_blank>Escola Secundária de Emídio Navarro</A>.<p><DIV> <A href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Em%C3%ADdio_Navarro" target=_blank> + S/ EMÍDIO NAVARRO</A></DIV><a href="http://fotogaleriaporviseu.blogs.sapo.pt/arquivo/ENavarro3.jpg"><img alt="ENavarro3.jpg" src="http://fotogaleriaporviseu.blogs.sapo.pt/arquivo/ENavarro3-thumb.jpg" width="366" height="360" border="1" /></a> <font size="1">Viseu, Av. Emídio Navarro em 1940, Foto Germano</font> <a href="http://porviseu.blogs.sapo.pt/arquivo/Avenidateatro10.jpg"><img alt="Avenidateatro10.jpg" src="http://porviseu.blogs.sapo.pt/arquivo/Avenidateatro10-thumb.jpg" width="391" height="360" border="0" /></a><p> <nb&s,nb&s, nb&s,nb&s,nb&s,nb&s, nb&s,nb&s><font size="1">Fontes: Beira Alta, Vol.III, Fasc.II, Maio 1944, e Foto Germano.</font></align>
publicado por porViseu às 23:02
Sábado, 15 DE Maio DE 2004

Carlos Lopes. Viseu reconhece o filho que merece.

Recompensado ? lopes11.jpg
Viseu já tinha homenageado Carlos Lopes. Agora a Rotunda Carlos Lopes vai ter uma estátua que irá imortalizar tão brilhante Atleta. Há muito que não compreendemos o porquê de o seu Club não lhe atribuir o lugar de destaque que merece. Porquê ??? Há pouco tempo foi-lhe feita uma pequena homenagem. Lamento mas parece-nos muito insuficiente. Carlos Lopes está ao nível de um Eusébio, que tem sido devidamente prestigiado pelo seu Clube e País. Porque será que Carlos Lopes não tem a mesma distinção ? Lembro a sua simplicidade quando trabalhava na Rua Direita e treinava no Fontelo. Viseu dá gosto, sabe reconhecer os seus filhos. Que desgosto tal clube não o saber merecer.
porviseu a notícia
O que o Mundo sabe de Carlos Lopes.

publicado por porViseu às 01:28

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